Valladolid, España
Los autores Landry y Boris (1997) introdujeron el concepto de Paisaje Lingüístico (PL), idea que se refiere al estudio de los signos lingüísticos que aparecen en los espacios públicos. Los objetivos del artículo son, por una parte, demostrar que el empleo del PL como herramienta pedagógica y del patrimonio cultural tangible de una localidad como Palencia sirve como contenido en la enseñanza de idiomas, se alinea con el ODS 11, las políticas de protección del patrimonio cultural aprobadas por la UNESCO y las políticas educativas actuales; por otra parte, analizar el valor pedagógico del PL del patrimonio cultural en la enseñanza de idiomas. Para ello, se proponen una serie de actividades didácticas a partir de las señales informativas que acompañan a los monumentos y edificios históricos de la capital palentina. La metodología empleada, por una parte, se centra en una revisión de la legislación educativa española actual, la fundamentación institucional sobre la conservación del patrimonio cultural material y el ODS 11 centrado en las ciudades y sociedades sostenibles; por otra parte, una revisión bibliográfica de publicaciones especializadas en PL y educación. Estas propuestas fomentan el plurilingüismo y contribuyen al desarrollo de una ciudadanía global.
The authors Landry and Boris (1997) introduced the concept of Linguistic Landscape (LLS), and that idea refers to the study of linguistic signs that appear in public spaces. The objectives of the article are, on one hand, to demonstrate that the use of LLS as a pedagogical tool and the introduction of the tangible cultural heritage of a locality as Palencia works as content in teaching foreign languages are aligned with the SGD 11, which focus on sustainable cities and comunities, the cultural heritage protection policies approved by UNESCO and current Spanish educational laws; on the other hand, to analyze the pedagogical value of LLS in language teaching, with a special focus on cultural heritage. To this end, a series of didactic activities are proposed based on the informative signs that accompany monuments and historic buildings of the town of Palencia. The methodology employed focused on a review of current educational policies and international institutions information, although a literature review of specialized publications in LLS and education is used too. These proposals promote multilingualism and contribute to the development of global citizenship.
Os autores Landry e Boris (1997) introduziram o conceito de Paisagem Linguística (PL), uma ideia que se refere ao estudo dos sinais linguísticos que aparecem nos espaços públicos. Os objetivos do artigo são, por um lado, demonstrar que a utilização da PEL como ferramenta pedagógica e do património cultural tangível de uma localidade como conteúdo no ensino de línguas está em consonância com o ODS 11, as políticas de proteção do património cultural adotadas pela UNESCO e as políticas educativas atuais; por outro lado, analisar o valor pedagógico da PEL no ensino de línguas, com especial enfoque no património cultural. Para tal, propõe-se uma série de actividades didácticas baseadas nas placas informativas que acompanham os monumentos e edifícios históricos da ciudade de Palencia. A metodologia utilizada centra-se, por um lado, numa revisão da legislação educativa espanhola em vigor, na lógica institucional sobre a conservação do património cultural tangível e no ODS número 11, centrado em ciudades e sociedades sustentáveis; por outro lado, numa revisão bibliográfica de publicações especializadas em PC e educação. Estas propostas promovem o multilinguismo e contribuem para o desenvolvimento da cidadania global.