Colombia
Este estudio examina la evolución de la movilidad social juvenil en Colombia y cómo la educación y el mercado laboral han influido en la movilidad intergeneracional, enfocándose en identificar tendencias y factores que afectan la trayectoria ascendente o descendente de los jóvenes en términos de educación e ingresos. Utilizando datos de la Gran Encuesta Integrada de Hogares (GEIH) del tercer trimestre de 2023, se analizaron jóvenes entre 15 y 28 años. Para evaluar la movilidad, se emplearon modelos de referencia diagonal (DRM), que permiten analizar los efectos combinados de la educación de los padres y la propia sobre los ingresos laborales, la elección de oficio y la informalidad laboral. Los resultados revelan que, aunque un 50,26% de los jóvenes ha mejorado su nivel educativo en comparación con sus padres, solo un 21,3% ha experimentado una movilidad ascendente en términos de ingresos. Además, la educación de los padres tiene una influencia significativa en la elección de oficio de los jóvenes, con un 35,6% de esta relación explicada por la educación parental. El capital social también juega un papel crucial en la movilidad social, facilitando o limitando las oportunidades laborales y educativas. Estos hallazgos indican que las mejoras educativas no siempre se traducen directamente en mejoras económicas, sugiriendo la necesidad de políticas integrales que aborden tanto las disparidades educativas como las barreras estructurales en el mercado laboral. Este estudio ofrece una perspectiva heterodoxa sobre la movilidad social juvenil en Colombia, destacando la compleja interacción entre educación, mercado laboral y origen socioeconómico. Luego, la originalidad de esta investigación es el empleo de modelos de referencia diagonal al contexto colombiano, permitiendo avanzar en la comprensión de las dinámicas intergeneracionales de la movilidad social, un enfoque poco explorado en la literatura existente.
Este estudo analisa a evolução da mobilidade social dos jovens na Colômbia e como a educação e o mercado de trabalho influenciaram a mobilidade intergeracional, centrando-se na identificação de tendências e fatores que afetam a trajetória ascendente ou descendente dos jovens em termos de educação e rendimento. Utilizando dados da Gran Encuesta Integrada de Hogares (GEIH) do terceiro trimestre de 2023, foram analisados jovens com idades entre 15 e 28 anos. Para avaliar a mobilidade, foram utilizados modelos de referência diagonais (DRM) para analisar os efeitos combinados da educação dos pais e da própria educação nos rendimentos do trabalho, na escolha profissional e na informalidade do trabalho. Os resultados revelam que, embora 50,26% dos jovens tenham melhorado seu nível de escolaridade em relação aos pais, apenas 21,3% registaram mobilidade ascendente em termos de rendimentos. Além disso, a educação dos pais tem uma influência significativa na escolha profissional dos jovens, com 35,6% dessa relação explicada pela educação parental. O capital social também desempenha um papel crucial na mobilidade social, facilitando ou limitando as oportunidades profissionais e educativas. Esses resultados indicam que melhorias educativas nem sempre se traduzem diretamente em melhorias econômicas, sugerindo a necessidade de políticas abrangentes que abordem tanto as disparidades educativas quanto as barreiras estruturais no mercado de trabalho. Este estudo oferece uma perspectiva abrangente sobre a mobilidade social dos jovens na Colômbia, destacando a complexa interação entre educação, mercado de trabalho e contexto socioeconômico. A originalidade desta investigação reside na utilização de modelos de referência diagonais no contexto colombiano, o que nos permite avançar na compreensão da dinâmica intergeracional da mobilidade social, uma abordagem pouco explorada na literatura existente.
This study examines the evolution of youth social mobility in Colombia and how education and the labor market have influenced intergenerational mobility, focusing on identifying trends and factors that affect the upward or downward trajectory of youth in terms of education and income. Using data from the Gran Encuesta Integrada de Hogares (GEIH) for the third quarter of 2023, young people between the ages of 15 and 28 were analyzed. To assess mobility, diagonal reference models (DRM) were used to analyze the combined effects of parental and individual education on labor income, occupational choice, and labor informality. The results reveal that although 50.26% of young people have improved their educational level compared to their parents, only 21.3% have experienced upward mobility in terms of income. Additionally, parental education significantly influences young people's occupational choices, with 35.6% of this relationship explained by parental education. Social capital also plays a crucial role in social mobility, facilitating or limiting occupational and educational opportunities. These findings indicate that educational improvements do not always translate directly into economic improvements, suggesting the need for comprehensive policies that address both educational disparities and structural barriers in the labor market. This study offers a comprehensive perspective on youth social mobility in Colombia, highlighting the complex interaction between education, the labor market, and socioeconomic background. The originality of this research is the use of diagonal reference models to the Colombian context, allowing to advance in the understanding of the intergenerational dynamics of social mobility, an approach little explored in the existing literatura.