Brasil
Este artículo analiza los discursos pronunciados por Brasil durante la apertura de la Asamblea General de las Naciones Unidas que abordan la reforma del Consejo de Seguridad. El objetivo central es sistematizar los momentos en que se trató el tema y examinarlos a partir de los argumentos empleados, buscando identificar idiosincrasias, convergencias y divergencias a lo largo del período estudiado.La investigación utiliza como fuente primaria las transcripciones oficiales de los discursos realizados en la Asamblea General. Para su análisis, se consideran los aportes teóricos que sitúan los enunciados en sus respectivos contextos históricos, espaciales e ideológicos, con especial atención a dos variables que permiten una comprensión más profunda: la coyuntura política brasileña y el escenario internacional.El recorte temporal comienza en 1989, en el contexto de la redemocratización de Brasil —coincidiendo con el fin de la Guerra Fría—, con el gobierno de José Sarney, y se extiende hasta 2022, con el último discurso de Jair Bolsonaro como presidente.
Este artigo analisa os discursos proferidos pelo Brasil durante a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas que versam sobre a reforma do Conselho de Segurança. O objetivo central é sistematizar os momentos em que o tema foi abordado e examiná-los a partir dos argumentos empregados, buscando identificar idiossincrasias, convergências e divergências ao longo do período estudado.A pesquisa tem como fonte primária as transcrições oficiais dos discursos realizados na Assembleia Geral. Para sua análise, são considerados os aportes teóricos que situam os enunciados em seus respectivos contextos históricos, espacial e ideológico, com atenção especial a duas variáveis que permitem uma compreensão mais aprofundada: a conjuntura política brasileira e o cenário internacional.O recorte temporal tem início em 1989, no contexto da redemocratização do Brasil —coincidindo com o fim da Guerra Fria—, com o governo de José Sarney, e se estende até 2022, com o último discurso de Jair Bolsonaro enquanto presidente.