[2]
;
Ayres Tsutsumi , Myenne Mieko
[1]
;
Martins da Silva Neto, José
[2]
;
Rocker dos Santos , Julia
[2]
;
Mussett Lazaniri , Kauane de Kássia
[2]
;
Andrade de Lemos , Luis Humbert
[3]
;
Tresso Terrin , Rafael
[2]
Brasil
Background: Response effort is a central dimension in behavior analysis and can modulate responding in contexts related to safety, health, and sustainability. Although response effort has been extensively studied through manipulations of ratio and force requirements, little is known about the effects of response speed. Objective: To examine the effects of different speed requirements, as manipulations of response effort, on human response rates. Method: Six undergraduate students participated in an A–B–A single-case design using a computer-based task involving the destruction of “pollution sources,” under a multiple variable-interval schedule (VI 15s / VI 30s). The speed requirement (20%, 40%, 80%, or 100% of screen length per second) varied across sessions and returned to the initial value in the final phase. Results: In general, increases in the speed requirement were accompanied by reductions in response rates, with no consistent effects of reinforcement rate between components. Asymmetrical patterns between groups exposed to increasing versus decreasing speed, as well as individual differences, suggested variability in sensitivity to effort. Conclusions: The findings suggest that speed functions as a dimension of response effort with predominantly suppressive effects on responding, offering an additional parameter that may be useful in nonpunitive behavioral interventions in clinical, educational, and organizational contexts.
Contexto: O esforço de resposta é uma dimensão central na análise do comportamento e pode modular respostas em contextos de segurança, saúde e sustentabilidade. Embora o esforço de resposta tenha sido amplamente estudado por meio de manipulações de exigências de razão e de força, pouco se sabe sobre os efeitos da velocidade da resposta. Objetivo: Examinar os efeitos de diferentes requisitos de velocidade, enquanto manipulações de esforço de resposta, sobre a taxa de respostas em humanos. Métodos: Seis estudantes de graduação participaram de um delineamento A–B–A, em uma tarefa computadorizada de destruição de “fontes de poluição”, sob esquema múltiplo de intervalo variável (VI 15 s / VI 30 s). O requisito de velocidade (20%, 40%, 80% ou 100% do comprimento da tela/segundo) variou entre sessões e retornou ao valor inicial na fase final. Resultados: De forma geral, aumentos no requisito de velocidade acompanharam-se de reduções nas taxas de resposta, sem efeitos consistentes da taxa de reforço entre os componentes. Padrões assimétricos entre grupos com aumento versus redução de velocidade e diferenças individuais sugeriram variação na sensibilidade ao esforço. Conclusões: Os achados sugerem que a velocidade funciona como uma dimensão de esforço de resposta com efeitos predominantemente supressivos sobre o responder, oferecendo um parâmetro adicional, potencialmente útil em intervenções comportamentais não punitivas em contextos clínicos, educacionais e organizacionais.