Brasil
Introducción: Aunque varios estudios han constatado que existe una relación bidireccional entre la divulgación del desempeño social y medioambiental y el riesgo empresarial, pocos estudios han comprobado la misma relación entre el riesgo empresarial, la divulgación y el riesgo de transición del carbono.
Objetivo: Investigar las direcciones causales entre el riesgo de transición del carbono y el riesgo financiero.
Metodología: Se analizaron 252 observaciones de empresas-año de 2014 a 2020, basadas en informes de emisiones de carbono del programa GHG-Protocol y datos financieros del software Economática. Se utilizó el modelo M-estimator (M) de Huber para refutar que las variables utilizadas tienen una relación unidireccional y, a continuación, un modelo autorregresivo vectorial de panel para examinar la causalidad bidireccional en el sentido de Granger (1969).
Resultados: Unidireccionalmente, el riesgo derivado del ámbito-1 se asoció positivamente con Beta y Volatilidad; el ámbito-2 se asoció negativamente con el riesgo Beta; y el ámbito-3 se asoció positivamente con el riesgo no concursal. En la prueba de causalidad de Granger, los resultados mostraron una relación bidireccional entre el ámbito-3 y Beta.
Contribuciones sociales/de gestión: Los resultados muestran la importancia del riesgo de carbono para medir el riesgo empresarial, especialmente la información sobre el alcance-3, que aún se divulga de forma voluntaria.
Introdução: Apesar de diversos estudos terem encontrado que há uma relação bidirecional entre divulgação de desempenho socioambiental e risco corporativo, raros trabalhos testam a mesma relação entre riscos corporativos, divulgação e risco de transição de carbono.
Objetivo: Investigar as direções causais entre risco de transição de carbono e risco financeiro.
Metodologia: Analisaram-se 252 observações empresa-ano de 2014 a 2020, com base nos relatórios de emissões de carbono do programa GHG-Protocol e dados financeiros do software Economática. O modelo de Estimador M de Huber (M) foi usado para a contestação de que as variáveis utilizadas possuem relação unidirecional; e, adiante, um modelo autorregressivo de vetor de painel para examinar a causalidade bidirecional, no sentido de Granger (1969).
Resultados: Indicaram, unidirecionalmente, que o risco decorrente do escopo-1 se associou positivamente ao Beta e à Volatilidade; o escopo-2 se mostrou negativamente associado ao risco Beta; e o escopo-3 positivamente associado ao risco de não falência. No Teste de Causalidade de Granger, os resultados demonstraram relação bidirecional entre o escopo-3 e o Beta.
Contribuições sociais/para a gestão: Os resultados evidenciam a importância do risco de carbono para a mensuração do risco corporativo; principalmente o relato de escopo-3, ainda divulgado de forma voluntária.
Introdução: Apesar de diversos estudos terem encontrado que há uma relação bidirecional entre divulgação de desempenho socioambiental e risco corporativo, raros trabalhos testam a mesma relação entre riscos corporativos, divulgação e risco de transição de carbono.
Objetivo: Investigar as direções causais entre risco de transição de carbono e risco financeiro.
Metodologia: Analisou-se 252 observações empresa-ano de 2014 a 2020, usando os relatórios de emissões de carbono do programa GHG-Protocol e dados financeiros do software Economática. O modelo de Estimador M de Huber (M) foi usado para contestação de que as variáveis utilizadas possuem relação unidirecional; e adiante, um modelo auto regressivo de vetor de painel para examinar a causalidade bidirecional, no sentido de Granger (1969).
Resultados: Indicaram, unidirecional mente, que o risco decorrente do escopo-1 esteve positivamente associado ao Beta e a Volatilidade; O escopo-2 se mostrou negativamente associadas ao risco Beta; e o escopo-3 se mostrou significante e positivamente associadas ao risco de não falência. No teste de causalidade de Granger, os resultados demonstraram relação bidirecional entre o escopo-3 e o Beta.
Contribuições sociais/para a gestão: Os resultados evidenciam a importância do risco de carbono na mensuração do risco corporativo; principalmente o relato de escopo-3, que ainda ocupa o caráter de divulgação voluntária.
Introduction: Although several studies have identified a bidirectional relationship between the disclosure of socio-environmental performance and corporate risk, few have tested this relationship specifically between corporate risks, disclosure, and carbon transition risk.
Objective: To investigate the causal directions between carbon transition risk and financial risk.
Methodology: We analyzed 252 firm-year observations from 2014 to 2020, based on carbon emissions reports from the GHG Protocol program and financial data obtained from the Economática database. Huber’s M-estimator (M) was used to test whether the variables exhibit a unidirectional relationship. Subsequently, a panel vector autoregressive model was applied to assess bidirectional causality, in the sense of Granger (1969).
Results: The findings indicate that, unidirectionally, scope 1 carbon risk is positively associated with beta and volatility; scope 2 is negatively associated with Beta; and scope 3 is positively associated with non-bankruptcy risk. In the Granger causality test, a bidirectional causal relationship was identified between scope 3 and Beta.
Conclusion: Social/management contributions: The results show the importance of carbon risk when assessing corporate risk, especially scope 3 reporting, which is still disclosed voluntarily.