Italian jurisprudence has developed the concept of presumed damage or normal damage, a legal category that facilitates compensation recognition when a harm is closely related to the nature of the injurious conduct. This approach assumes that, in specific contexts, strict proof of the damage is unnecessary, as its occurrence is considered predictable based on common experience. The theory has evolved through significant rulings, including those by the Supreme Court, which extended damage presumptions to cases such as the loss of a relative or unauthorized occupation of real estate. This model raises concerns about the risk of automatic compensation mechanisms and the protection of defendants’ rights.
A jurisprudência italiana desenvolveu o conceito de "dano presumido" ou "normal", uma categoria jurídica que facilita o reconhecimento da indenização em casos de prejuízo estreitamente relacionado à natureza da conduta lesiva. Essa abordagem baseia-se no pressuposto de que, para certos tipos de danos, não é necessário fornecer uma prova rigorosa da perda sofrida, pois sua existência é considerada previsível com base na experiência comum. A teoria foi consolidada por decisões significativas, incluindo as da Corte de Cassação, que ampliaram a presunção de dano para situações como a perda de um ente querido ou a ocupação sem título de bens imóveis. Esse modelo levanta questões importantes relacionadas ao risco de automatismos indenizatórios e à proteção dos direitos de defesa.
La giurisprudenza italiana ha sviluppato il concetto di “danno presunto” o “normale”, una categoria giuridica che agevola il riconoscimento del risarcimento in presenza di un pregiudizio strettamente correlato alla natura della condotta lesiva. Questo approccio si basa sull’assunto che, per alcuni tipi di danni, non sia necessario fornire una rigorosa prova della perdita subita, poiché la sua esistenza è ritenuta prevedibile in base alla comune esperienza. La teoria si è evoluta attraverso pronunce significative, tra cui quelle della Corte di Cassazione, che hanno esteso la presunzione del danno a fattispecie come la perdita di un congiunto o l’occupazione senza titolo di beni immobili. Questo modello solleva importanti questioni relative al rischio di automatismi risarcitori e alla tutela dei diritti di difesa.