Reino Unido
Este comentario inspecciona algunas de las tendencias y brechas en la investigación actual sobre la reforma de la justicia criminal en Latinoamérica, enfocándose en Brasil y en dos áreas específicas: la reforma policíaca, y la reforma del sistema penal y penitenciario. Explora dos temas principales: la producción desigual y pequeña del conocimiento sobre los temas relacionados con la justicia criminal; y el impacto que esto tiene sobre las reformas y en las formas en las que éstas son enmarcadas e interpretadas en términos de su relativo éxito o fracaso. Sobre todo, señala que aún sabemos muy poco sobre las instituciones de justicia criminal y de los actores a su interior. También necesitamos análisis más finos de los esfuerzos de la reforma y de los ambientes políticos en los que se lleva a cabo, para entender cómo y por qué las iniciativas reformistas con frecuencia se descarrilan o subvierten y, por otro lado y con menos frecuencia, también florecen y pueden ser incorporadas y replicadas.
This commentary surveys some of the trends and gaps in current research on criminal justice reform in Latin America – with a focus on Brazil, and on two specific areas: police and prison/penal reform. It explores two principal themes: the uneven and thin production of knowledge about criminal justice issues; and the impact this has on policy reforms and on the ways in which these are framed and interpreted in terms of their relative success and failure. Overall it argues that we still know very little about criminal justice institutions and the actors within them. We also need many more finely-grained analyses of the dynamics of reform efforts and of the policy environments in which these take place in order to understand how and why reform initiatives are often derailed or subverted, and, more rarely, flourish and can be embedded and replicated.
Este comentário levanta algumas das tendências e lacunas em pesquisas correntes sobre a reforma da justiça criminal na América Latina, com foco no Brasil, em duas áreas específicas: a polícia e a reforma penal/carcerária. Dois temas principais são explorados: a desigual e deficiente produção de conhecimento sobre questões da justiça criminal; os impactos disso sobre as reformas das diretrizes e sobre as maneiras nas quais estas são emolduradas e interpretadas em termos de seu êxito e fracasso relativos. Sobretudo é argumentado que ainda sabemos muito pouco sobre instituições de justiça criminal e os atores delas participantes. Também precisamos de muito mais análises meticulosas estudando as dinâmicas das tentativas de reformas e dos meios em que elas foram formuladas, para poder entender como e por quê iniciativas de reformas são freqüentemente desviadas ou subvertidas, ou, mais raramente, prosperam para serem fixadas e reiteradas.