Santiago, Chile
Santiago, Chile
El artículo examina cómo los estudios socioambientales del Cono Sur se transforman al trabajar en la zona achurada entre Ciencia, Tecnología y Medioambiente (CTMA). A través de una revisión crítica de los Estudios Socioambientales (ESA) y su reconfiguración mediante sensibilidades en Ciencia, Tecnología y Sociedad (CTS), se identifican tres líneas clave: infraestructuración, recursos locales y controversias. Estas líneas destacan cómo los ensamblajes socio-naturales reconfiguran las prácticas de investigación y ofrecen nuevos enfoques para abordar la crisis climática desde perspectivas interdisciplinarias. Finalmente, se plantea una invitación a explorar los límites y potencialidades de esta convergencia para avanzar en respuestas socioambientales situadas y colaborativas.
This article examines how socio-environmental studies in the Southern Cone are transformed by working at the hatched area between Science, Technology, and the Environment. Through a critical review of Socio-Environmental Studies and their reconfiguration through Science, Technology and Society sensibilities, three key lines are identified: infrastructuring, local resources, and controversies. These lines highlight how socio-natural assemblages reshape research practices and offer new approaches to tackling the climate crisis from interdisciplinary perspectives. Finally, the article invites further exploration of the limits and potentials of this convergence to foster situated and collaborative socio-environmental responses.
O artigo examina como os estudos socioambientais do Cone Sul se transformam ao trabalhar na zona hachurada entre Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (CTMA). Por meio de uma revisão crítica dos Estudos Socioambientais (ESA) e sua reconfiguração a partir de sensibilidades em Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), identificam-se três linhas-chave: infraestruturação, recursos locais e controvérsias. Essas linhas destacam como os arranjos socioambientais reconfiguram as práticas de pesquisa e oferecem novas abordagens para enfrentar a crise climática a partir de perspectivas interdisciplinares. Por fim, propõe-se um convite para explorar os limites e potencialidades dessa convergência, a fim de avançar em respostas socioambientais situadas e colaborativas.