Este artículo presenta una investigación iniciada en 2016 en los archivos del Centro de Estudios del Caribe (CEC) de la Casa de las Américas. El objetivo fue reconstruir la trayectoria del Caribe en el quehacer cultural de la institución desde 1959, a partir de documentos como correspondencia, informes, revistas y proyectos editoriales. El estudio destaca la riqueza del acervo documental, reflejo de una gestión cultural democrática e inclusiva, no exenta de contradicciones. Además, subraya la importancia de la memoria y la archivística como herramientas para comprender las relaciones intelectuales y los proyectos identitarios del Caribe en contextos de descolonización y reconfiguración geopolítica.
This article presents a research which started in 2016 in the archives of the Caribbean Studies Center (CEC) at Casa de las Américas. Its aim was to reconstruct the Caribbean’s trajectory within the institution’s cultural work since 1959, using documents such as correspondence, reports, journals, and editorial projects. The study highlights the richness of this archival collection, reflecting a democratic and inclusive cultural management, though not without contradictions. It also emphasizes the importance of memory and archival practices as tools to understand the Caribbean’s intellectual relationships and identity projects in contexts of decolonization and geopolitical reconfiguration.
Este artigo apresenta uma pesquisa iniciada em 2016 nos arquivos do Centro de Estudos do Caribe (CEC) da Casa de las Américas. O objetivo foi reconstruir a trajetória do Caribe nas atividades culturais da instituição desde 1959, com base em documentos como correspondência, relatórios, revistas e projetos editoriais. O estudo destaca a riqueza do acervo documental, reflexo de uma gestão cultural democrática e inclusiva, não isenta de contradições. Além disso, ressalta a importância da memória e da arquivística como ferramentas para compreender as relações intelectuais e os projetos identitários do Caribe em contextos de descolonização e reconfiguração geopolítica.