Argentina
Este artículo presenta parte de los resultados de una investigación en una cárcel de régimen semiabierto en Sierra Chica, Olavarría, Argentina. Se parte del supuesto de que el conocimiento sobre educación y trabajo en contextos de encierro se construye con datos de quienes acceden a estos espacios. Aquí se propone identificar entramados sociales que atraviesan las decisiones o coacciones que excluyen a personas privadas de libertad de esos espacios. Se empleó una metodología cualitativa con talleres, encuestas, entrevistas y registros. Se presentan algunas prácticas y sentidos que condicionan el acceso a educación y trabajo dentro de la cárcel.
Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa realizada em uma prisão semiaberta em Sierra Chica, Olavarría, Argentina. Parte-se da ideia de que o conhecimento sobre educação e trabalho no cárcere é construído com dados de pessoas que acessam esses espaços. O objetivo é identificar enquadramentos sociais que atravessam decisões ou coerções que impedem o acesso à educação ou ao trabalho. Utilizou-se uma metodologia qualitativa com oficinas, entrevistas, questionários e registros. Apresentam-se algumas práticas e significados que limitam o acesso de pessoas privadas de liberdade a espaços educacionais e/ou de trabalho dentro da prisão.
This article presents part of the findings from a research project in a semi-open prison in Sierra Chica, Olavarría, Argentina. It starts from the premise that knowledge about education and prison labor is mostly built from data on those who access such spaces. The study seeks to identify social frameworks that shape the decisions or coercions limiting access to education or work. A qualitative methodology was used, including workshops, interviews, surveys, and records. We present selected practices and meanings that emerge and constrain the ability of incarcerated individuals to access educational and/or work spaces within the prison.