Argentina
En 2023, en Jujuy, Argentina, emergió el Jujeñazo, un movimiento que sintetizó la acción territorial y la articulación de diversos movimientos y organizaciones sociales frente a políticas neoliberales y a la reforma de la constitución provincial. Este artículo reflexiona sobre el proceso organizativo y el tratamiento legislativo de la reforma por parte de la comisión de educación, desde perspectivas socioeducativas críticas y mediante metodología cualitativa. Se concluye que, en un contexto de intereses contrapuestos, el derecho a la educación se ve afectado por el entrelazamiento de lógicas privatizadoras, políticas de disciplinamiento social y políticas de omisión u ocultamiento.
Em 2023, em Jujuy, Argentina, surgiu o Jujeñazo, movimento que sintetizou a ação territorial e a articulação estratégica de diferentes movimentos e organizações sociais contra políticas neoliberais e a reforma da constituição provincial. Este artigo reflete sobre o processo organizacional e o tratamento legislativo da reforma pela comissão de educação, com base em correntes socioeducacionais críticas e metodologia qualitativa. Conclui-se que, em meio a interesses contrapostos, o direito à educação encontra-se afetado pelo entrelaçamento entre lógicas privatizadoras, políticas de disciplinamento social e políticas de omissão ou ocultamento.
In 2023, in Jujuy, Argentina, the Jujeñazo emerged, a movement that brought together territorial action and strategic coordination by diverse social movements and organizations opposing neoliberal policies and the reform of the provincial constitution. This article reflects on the organizational process and the legislative approach adopted by the education commission during the reform, drawing from critical socio-educational perspectives and using qualitative methodology. It concludes that, amid conflicting interests, the right to education is undermined by the intertwining of privatizing logics, social disciplining strategies, and policies of omission or concealment.