Hugo Andrés Arenas Mendoza
La situación del sistema carcelario y penitenciario colombiano está muy alejada de los lineamientos tanto constitucionales como convencionales y, en consecuencia, la Corte Constitucional de Colombia declaró un estado de cosas inconstitucional desde hace más de 25 años y, aunque, ha mejorado, la realidad es que la situación crítica se mantiene hasta nuestros días. Con esto se les imponen a los reclusos cargas que son más altas que la que deben cumplir durante su privación de la libertad y, por tanto, se genera recurrentemente la responsabilidad estatal por los daños generados, por actuaciones u omisiones. La tesis consiste en que: el estado de cosas inconstitucional del sistema carcelario facilita la ocurrencia de daños, lo que produce la generación de la responsabilidad patrimonial del Estado. Por esto, es necesario prevenirlos para que no vuelvan a suceder (o lo hagan en menor proporción) y garantizar los derechos de los detenidos y de los funcionarios.La metodología parte de un análisis inductivo, en el que se analizaron más de 100 sentencias del Consejo de Estado, con el propósito de reconstruir las principales líneas jurisprudenciales. Para esto, se realiza una aproximación cualitativa e histórica de las decisiones emitidas durante los últimos 30 años.
The actual state of the prison and penitentiary system in Colombia, has deviated away from both constitutional and conventional guidelines and, therefore, the Constitutional Court of Colombia declared an unconstitutional situation more than 25 years ago, and, although there have been moments of improvement, the reality is that the critical situation remains the same to this day. Charges are imposed on the inmates that are higher than those they should comply with during their deprivation of liberty, which results in the State being responsible for recurring damages, through actions or omissions. The thesis argues that the unconstitutional state of the penitentiary system facilitates the recurrence of harm, leading to the generation of State patrimonial liability. Therefore, it is necessary to prevent these recurrences from happening again (or foster them happening to a lesser extent) and to guarantee the rights of detainees and officials. The methodology is based on an inductive analysis, in which over 100 judgments from the Council of State were examined to reconstruct the main lines of jurisprudence. To accomplish this, a qualitative and historical approach is taken to the decisions issued over the past 30 years.
A situação do sistema prisional e penitenciário colombiana está muito afastada das diretrizes tanto constitucionaiscomo convencionais e, em consequência, a Corte Constitucional da Colômbia declarou um estado inconstitucional de coisas faz mais de 25 anos e, mesmo com melhoras, a situação crítica prevalece até os nossos dias. Isso impõe aos reclusos cargas que são mais altas das que devem cumprir durante a privação de sua liberdade e, portanto, se produz com frequência a responsabilidade estatal pelos danos gerados, por atuações ou omissões. A tese consiste em que: o estado inconstitucional de coisas do sistema prisional facilita a ocorrência de danos, o que produz a geração da responsabilidade patrimonial do Estado. Por isso é necessária sua prevenção para que não aconteçam novamente (ou o façam em menor proporção), assim como a garantia dos direitos dos detentos e dos funcionários.A metodologia parte de uma análise indutiva, em que foram analisadas mais de 100 sentenças do Conselho de Estado, com o propósito de reconstruir as principais linhas jurisprudenciais. Para tanto, realiza-se uma aproximaçãoqualitativa e histórica das decisões emitidas durante os últimos 30 anos.