Leonardo Evaristo Teixeira, Manuel E. Gándara Carballido 
Los derechos humanos son un campo de disputa, tanto en su concepción como en su praxis, teniendo ello implicaciones en los propios movimientos sociales. En Latinoamérica los derechos humanos se han basado históricamente en la lucha en favor de los oprimidos, y no dejan de estarlo cuando analizamos su contemporaneidad a partir de los ejes de clase, raza y género. En este sentido, cuestionamos ¿cómo debemos comprender las luchas de los movimientos sociales por los derechos humanos en el contexto latinoamericano ante la tendencia contemporánea a la fragmentación social? Para eso, buscamos entender la fragmentación en el contexto neoliberal; investigamos cómo los movimientos sociales en América Latina superan la fragmentación de la lucha al articular más de un eje –clase, género y raza– en su praxis y formulación teórica; analizamos la tradición y fundamentos de los derechos humanos en América Latina desde una perspectiva crítica; y, por último, presentamos una reflexión que pauta la necesidad de un pensamiento crítico en derechos humanos que articule las luchas.
Os direitos humanos são um campo de disputa, tanto na sua concepção como na sua práxis, o que tem implicações para os próprios movimentos sociais. Na América Latina, os direitos humanos têm-se baseado historicamente na luta em favor dos oprimidos, e não deixam de o ser quando analisamos a sua contemporaneidade a partir dos eixos de classe, raça e gênero. Nesse sentido, questionamos: como devemos compreender as lutas dos movimentos sociais pelos direitos humanos no contexto latino-americano perante a tendência contemporânea para a fragmentação social? Para isso, procuramos entender a fragmentação no contexto neoliberal; investigamos como os movimentos sociais na América Latina superam a fragmentação da luta ao articular mais de um eixo – classe, gênero e raça – na sua práxis e formulação teórica; analisamos a tradição e os fundamentos dos direitos humanos na América Latina a partir de uma perspectiva crítica; e, por último, apresentamos uma reflexão que estabelece a necessidade de um pensamento crítico em direitos humanos que articule as lutas.
Human rights are in a disputed field, in how to conceive them or in their praxis, and it has implications in the social movements themselves when disputing them. In Latin America, human rights have historically been based on the struggle in favor of the oppressed, and they do not cease to be when we analyze their contemporaneity based on axes of class, race and gender struggle. In this sense, we question how we should understand the struggles of social movements for human rights in the Latin American context in the face of the contemporary tendency to social fragmentation? For this, we seek to understand fragmentation in the neoliberal context; we investigate how social movements in Latin America overcome the fragmentation of the struggle by articulating more than one axis –class, gender and race– in their praxis and theoretical formulation; we analyze the tradition and foundations of human rights in Latin America from a critical perspective; and, finally, we present a reflection that shows the need for critical thinking on human rights that articulates struggles.