Óscar Arnulfo de la Torre de Lara
El presente trabajo discute reflexivamente, desde una perspectiva jurídica crítica, la crucial importancia que tiene la protección de los maíces nativos como parte del patrimonio biocultural de los pueblos indígenas y campesinos mexicanos, como un bien común de la humanidad, ante los retos que plantea el mundo contemporáneo, así como los problemas socioeconómicos y socioculturales, sanitarios y medioambientales que acarrea la introducción de maíz transgénico en México. De ahí la importancia de la conservación in situ de la biodiversidad del maíz nativo, como el principal elemento del ancestral sistema de cultivo “milpa”,entendido, no solo como paradigma agroecológico, sino también de organización socio-bio-cultural.
The present work reflectively discusses, from a critical legal perspective, the crucial importance of the protection of native corn as part of the biocultural heritage of indigenous peoples and Mexican peasants, as a common good of humanity, in the face of the challenges that raises the contemporary world as well as the socio-ecocultural, health and environmental problems caused by the introduction of transgenic corn in Mexico. Hence the importance of in situ conservation of the biodiversity of native corn, as the main element of the ancestral “milpa” cultivation system, understood not only as an agroecological paradigm but also of socio-bio-cultural organization.
O presente trabalho discute reflexivamente, a partir de uma perspectiva jurídica crítica, a crucial importância da proteção dos milhos nativos como parte do patrimônio biocultural dos povos indígenas e camponeses mexicanos, como um bem comum da humanidade, diante dos desafios que o mundo contemporâneo apresenta, bem como os problemas socioeconômicos e socioculturais, sanitários e ambientais acarretados pela introdução de milho transgênico no México. Daí a importância da conservação in situ da biodiversidade do milho nativo, como o principal elemento do ancestral sistema de cultivo “milpa”, entendido não apenas como paradigma agroecológico, mas também de organização socio-biocultural.