Alison Wilson
, Alissa Blair
, Jason L. Endacott, Christopher Giller, Christian Z. Goering
En los últimos años, las políticas estatales que prohíben los “conceptos divisivos” se han multiplicado como parte de un esfuerzo coordinado por socavar la justicia racial, enmarcando las discusiones críticas sobre raza como “adoctrinamiento” e imponiendo restricciones ideológicas al currículo y la pedagogía. Utilizando el análisis crítico del discurso de políticas, informado por los estudios críticos de la blancura, este artículo examina cómo 22 documentos de política de 18 estados operan discursivamente para moldear los parámetros del discurso relacionado con la raza en la educación pública. Nuestros hallazgos sugieren que estas políticas emplean tres maniobras discursivas principales: (1) construir falsas equivalencias que equiparan la incomodidad blanca con la opresión racial; (2) apelar a valores “universales” para oscurecer las inequidades sistémicas; y (3) controlar los límites definicionales para determinar qué califica como racismo y daño racial. Estas maniobras discursivas no solo configuran la percepción y el discurso público, sino que también trabajan para silenciar preventivamente las conversaciones relacionadas con el racismo sistémico en las escuelas. Este estudio subraya la importancia de examinar la política como discurso, revelando cómo el lenguaje mismo opera como un mecanismo para mantener jerarquías raciales mientras se presenta como neutral. Estas tácticas se extienden más allá de la educación básica (K–12), moldeando la retórica y la política en la educación superior y otras instituciones públicas.
Nos últimos anos, políticas estaduais que proíbem “conceitos divisivos” se proliferaram como parte de um esforço coordenado para enfraquecer a justiça racial, enquadrando discussões críticas sobre raça como “doutrinação” e impondo restrições ideológicas ao currículo e à pedagogia. Utilizando a análise crítica do discurso de políticas, informada pelos estudos críticos da branquitude, este artigo examina como 22 documentos de política de 18 estados operam discursivamente para moldar os parâmetros do discurso relacionado à raça na educação pública. Nossas descobertas sugerem que essas políticas empregam três manobras discursivas principais: (1) construir falsas equivalências que equiparam o desconforto branco à opressão racial; (2) apelar a valores “universais” para obscurecer as desigualdades sistêmicas; e (3) controlar os limites definicionais para determinar o que qualifica como racismo e dano racial. Essas manobras discursivas não apenas moldam a percepção e o discurso público, mas também atuam para silenciar preventivamente as conversas relacionadas ao racismo sistêmico nas escolas. Este estudo destaca a importância de examinar a política como discurso, revelando como a própria linguagem opera como um mecanismo de manutenção de hierarquias raciais enquanto se apresenta como neutra. Essas táticas se estendem além da educação básica (K–12), influenciando a retórica e a política no ensino superior e em outras instituições públicas.
In recent years, state policies banning “divisive concepts” have proliferated as part of a coordinated effort to undermine racial justice by framing critical discussions of race as “indoctrination” and imposing ideological restrictions on curriculum and pedagogy. Using critical policy discourse analysis informed by a critical study of whiteness, this paper examines how 22 policy documents from 18 states operate discursively to shape the parameters of race-related discourse in public education. Our findings suggest that these policies employ three primary discursive maneuvers: (1) constructing false equivalencies that equate white discomfort with racial oppression, (2) appealing to “universal” values to obscure systemic inequities, and (3) controlling definitional boundaries to determine what qualifies as racism and racial harm. These discursive maneuvers not only shape public perception and discourse but also work to preemptively silence conversations related to systemic racism in schools. This study underscores the importance of examining policy as discourse, revealing how language itself operates as a mechanism for maintaining racial hierarchies while presenting itself as neutral. These tactics extend beyond K–12 education, shaping rhetoric and policy in higher education and other public institutions.