Puerto Rico
A partir de la Revolución Industrial se produjo un aumento exponencial de contaminantes atmosféricos que no solo aceleran abruptamente el cambio climático, sino que representan efectos deletéreos en seres humanos, animales y ambiente. En la República Argentina, a este desafío de salud planetaria, se suman los retos de crecer económicamente con responsabilidad climática y ambiental, y el de crear redes de monitoreo de calidad de aire con normativas locales sobre la misma. La adquisición del equipamiento y creación de redes de monitoreo son costosas, siendo algunas iniciativas públicas, otras privadas, de la academia o del tercer sector, por lo que se debería optimizar la comunicación ciencia-política, a fin de que los tomadores de decisión tengan acceso a la información y prioricen esta problemática. A su vez, contar con una legislación nacional sobre parámetros de calidad de aire, se vuelve fundamental tanto para la evaluación de impacto en salud, como para la definición de prioridades para la acción. Se investigó sobre la presencia de normativa nacional y jurisdiccional sobre calidad de aire en la República Argentina. Se encontraron instrumentos legales en el nivel nacional, y en solo 10 de las 24 jurisdicciones. Ninguno de los valores guía se aproxima a las Directrices Mundiales de la Organización Mundial de la Salud (OMS) sobre calidad de aire (2021), y no todos coinciden entre sí. Es fundamental no solo crear redes de monitoreo de calidad del aire, sino también adaptar o generar la normativa local que permita realizar control y acciones preventivas y correctivas, en pos de la protección de la salud pública argentina.
Since the Industrial Revolution, there has been an exponential increase in air pollutants, which not only abruptly accelerate climate change but also have deleterious effects on humans, animals, and the environment. In Argentina, this challenge to planetary health is compounded by the challenges of economic growth with climate and environmental responsibility, and the creation of air quality monitoring networks with local regulations. The acquisition of equipment and the creation of monitoring networks are costly, with some initiatives being public, others private, academic, or from the third sector. Therefore, science-policy communication should be optimized so that decision-makers have access to information and prioritize this issue. In turn, having national legislation on air quality parameters becomes essential both for assessing the health impact and for defining priorities for action. The presence of national and jurisdictional regulations on air quality in Argentina was investigated. Legal instruments were found at the national level, and in only 10 of the 24 jurisdictions. None of the guidelines approximate the World Health Organization (WHO) Global Guidelines on air quality (2021), and not all of them are consistent. It is essential not only to create air quality monitoring networks but also to adapt and/or generate local regulations that allow for monitoring and preventive and corrective actions, in order to protect Argentine public health.
Desde a Revolução Industrial, houve um aumento exponencial de poluentes atmosféricos, o que não só acelera drasticamente as mudanças climáticas, mas também tem efeitos prejudiciais aos seres humanos, aos animais e ao meio ambiente. Na Argentina, esse desafio da saúde planetária é agravado pelos desafios do crescimento econômico com responsabilidade climática e ambiental, e pela criação de redes de monitoramento da qualidade do ar com regulamentações locais. A aquisição de equipamentos e a criação de redes de monitoramento são custosas, sendo algumas iniciativas públicas, outras privadas, acadêmicas ou do terceiro setor. Portanto, a comunicação entre ciência e política deve ser otimizada para que os tomadores de decisão tenham acesso às informações e priorizem essa questão. Por sua vez, ter uma legislação nacional sobre parâmetros de qualidade do ar torna-se essencial tanto para avaliar os impactos na saúde quanto para definir prioridades de ação. Foi investigada a presença de regulamentações nacionais e jurisdicionais sobre qualidade do ar na República Argentina. Instrumentos legais foram encontrados em nível nacional e em apenas 10 das 24 jurisdições. Nenhum dos valores de referência se aproxima das Diretrizes Globais sobre Qualidade do Ar (2021) da Organização Mundial da Saúde (OMS), e nem todos concordam entre si. É essencial não apenas criar redes de monitoramento da qualidade do ar, mas também adaptar e/ou gerar regulamentações locais que permitam monitorar e implementar ações preventivas e corretivas, a fim de proteger a saúde pública argentina.