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Rocío González Francese
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Constanza Zelaschi
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Rosana Abrutzky
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Génesis Insaurralde
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El mundo del trabajo está en constante transformación, lo que genera nuevos desafíos para la salud de los y las trabajadores/as, especialmente en relación con los riesgos psicosociales. La precarización laboral y la incertidumbre sobre el empleo incrementan estos riesgos, afectando la salud mental y el bienestar. En este contexto, la gestión de los factores psicosociales es clave tanto para la salud pública como para el desempeño organizacional.
Este artículo analiza la importancia de evaluar los riesgos psicosociales en el trabajo mediante el Copenhague Psychosocial Questionnaire (COPSOQ-ARG), una herramienta validada en Argentina que permite medir exposiciones y diseñar estrategias preventivas. Centralmente se presentan los fundamentos teóricos de la organización del trabajo y su impacto en la salud, abordando dimensiones como las exigencias laborales, el control, el apoyo social y la justicia organizacional.
La prevención de estos riesgos requiere de metodologías específicas y de un enfoque que integre tanto aspectos técnicos como políticos. La identificación y gestión de los factores psicosociales en el trabajo no solo mejora la calidad de vida laboral, sino que también contribuye a la sostenibilidad de las organizaciones y a la equidad en el mundo laboral.
The world of work is constantly changing, which generates new challenges for the health of workers, especially in relation to psychosocial risks. Job insecurity and uncertainty about employment increase these risks, affecting mental health and well-being. In this context, the management of psychosocial factors is key for both public health and organizational performance.
This article analyzes the importance of evaluating psychosocial risks at work using the Copenhagen Psychosocial Questionnaire (COPSOQ-ARG), a tool validated in Argentina that allows measuring exposures and designing preventive strategies. Centrally, the theoretical foundations of work organization and its impact on health are presented, addressing dimensions such as work demands, control, social support and organizational justice.
Preventing these risks requires specific methodologies and an approach that integrates both technical and political aspects. The identification and management of psychosocial factors at work not only improves the quality of work life, but also contributes to the sustainability of organizations and equity in the world of work.
O mundo do trabalho está em constante mudança, o que gera novos desafios para a saúde dos trabalhadores, especialmente em relação aos riscos psicossociais. A insegurança laboral e a incerteza sobre o emprego aumentam estes riscos, afetando a saúde mental e o bem-estar. Neste contexto, a gestão dos fatores psicossociais é fundamental tanto para a saúde pública como para o desempenho organizacional.
Este artigo analisa a importância da avaliação dos riscos psicossociais no trabalho por meio do Questionário Psicossocial de Copenhague (COPSOQ-ARG), uma ferramenta validada na Argentina que permite medir as exposições e desenhar estratégias preventivas. Centralmente, são apresentados os fundamentos teóricos da organização do trabalho e seu impacto na saúde, abordando dimensões como demandas de trabalho, controle, apoio social e justiça organizacional.
A prevenção destes riscos requer metodologias específicas e uma abordagem que integre aspectos técnicos e políticos. A identificação e gestão dos fatores psicossociais no trabalho não só melhora a qualidade de vida profissional, mas também contribui para a sustentabilidade das organizações e para a equidade no mundo do trabalho.