Argentina
En este artículo nos proponemos revisar la importancia del poder estructural como una de las dimensiones del poder sindical, evaluando su implicancia para el análisis de los trabajadores del sector público en la Argentina, y específicamente de salud y educación entre los años 2013-2023. Planteamos algunas reflexiones necesarias para pensar el poder estructural de este tipo de trabajadores, diferenciándolos de los aspectos usualmente analizados para el sector privado. Sugerimos una serie de indicadores que operacionalizan esta dimensión y los analizamos en los casos seleccionados para el estudio. A partir del análisis de fuentes estadísticas, analizaremos la posibilidad de privatizar o subcontratar la función, la asalarización y formalización del empleo, y el nivel de profesionalización y capacitación requeridas para los puestos, tomándolos como indicadores empíricos para el análisis del poder estructural en estos sectores.
Neste artigo, buscamos examinar a importância do poder estrutural como uma das dimensões do poder sindical, avaliando suas implicações para a análise dos trabalhadores do setor público na Argentina, especificamente nos setores de saúde e educação entre 2013 e 2023. Apresentamos algumas reflexões necessárias para conceituar o poder estrutural desses trabalhadores, diferenciando-o dos aspectos geralmente analisados no setor privado. Também sugerimos uma série de indicadores que operacionalizam essa dimensão, os quais analisamos comparativamente nos estudos de caso selecionados. Com base na análise de fontes estatísticas, avaliaremos a possibilidade de privatização ou terceirização da função, o nível de assalariamento e formalização do emprego, e o grau de profissionalização e capacitação exigidos para esses cargos, utilizando-os como indicadores empíricos para a análise do poder estrutural nesses setores.
In this article, we aim to examine the importance of structural power as one of the dimensions of union power, evaluating its implications for the analysis of public sector workers in Argentina, specifically in health and education between 2013 and 2023. We present some necessary reflections to conceptualize the structural power of these workers, distinguishing them from the aspects usually analyzed in the private sector. We also suggest a series of indicators that operationalize this dimension, which we analyze comparatively in the selected case studies. Based on the analysis of statistical sources, we will assess the possibility of privatizing or outsourcing the function, the level of salarization and formalization of employment, and the degree of professionalization and training required for these positions, using them as empirical indicators for analyzing structural power in these sectors.