Lídia Silva dos Reis, Claudiane Alves da Silva, Rafaella Sá Carvalho Sousa, José Dayvid Maximo Costa, Wellington Gomes Marinho, Melissa Cordeiro Pereira, Deivid Alves Magdalena, Gerson Menezes Velloso, Alcione Wagner de Souza
Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre a formação docente na cultura digital, com foco em práticas formativas que favoreçam uma pedagogia crítica e inovadora. Partindo da compreensão de que a tecnologia, por si só, não promove transformação educacional, discute-se a importância de uma formação que integre o uso consciente das tecnologias às realidades e aos sentidos da prática pedagógica. A pesquisa, de abordagem qualitativa, foi construída por meio de revisão bibliográfica e documental, contemplando autores clássicos e contemporâneos que dialogam com os desafios da docência no século XXI. Os resultados indicam que os processos formativos mais significativos são aqueles que reconhecem o professor como sujeito ativo, acolhem sua trajetória e valorizam a construção coletiva do conhecimento. Além disso, evidenciam que práticas formativas inovadoras não se restringem ao domínio técnico, mas envolvem reflexão, sensibilidade e compromisso com a transformação social. Conclui-se que a formação docente na cultura digital precisa ir além da capacitação instrumental, apostando na construção de sujeitos críticos, criativos e comprometidos com uma educação que humaniza e liberta. Assim, o digital deixa de ser um fim em si mesmo e passa a ser uma mediação potente para reinventar a escola e fortalecer o papel social do professor.