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Hugo Alejandro Bedoya Díaz
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Gisela P. Zapata
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Felipe Andrés Aliaga Sáez
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Colombia
Zaragoza, España
Brasil
El artículo tiene como objetivo analizar las condiciones de entrada y permanencia en el mercado laboral informal de los inmigrantes venezolanos en Colombia. Se centra en comprender cómo las trayectorias laborales de estos inmigrantes son moldeadas por las capacidades individuales, las redes de apoyo y la estructura del mercado laboral colombiano. Para tal fin, se desarrolló una investigación con enfoque cualitativo con entrevistas semiestructuradas realizadas a 47 inmigrantes venezolanos, de los cuales el 53 % son hombres y el 47 % son mujeres, el 74 % de los entrevistados tiene un estatus migratorio regular, mientras que el 26 % es irregular y la edad promedio de los participantes es de 33 años. El análisis se realizó en dos fases: reducción y categorización de la información, seguida de un análisis de contenido. Los resultados muestran que el 90 % de los inmigrantes venezolanos trabajan en la informalidad debido a múltiples factores, incluyendo la falta de convalidación de títulos, la discriminación, y las barreras estructurales del mercado laboral colombiano. Además, los inmigrantes suelen acceder al primer empleo a través de redes sociales y familiares, que juegan un papel crucial en su inserción laboral, sin embargo, las condiciones laborales son precarias, con largas jornadas de trabajo y bajos salarios, lo que afecta negativamente su calidad de vida y estabilidad económica. Por tanto, las trayectorias laborales de los inmigrantes venezolanos en Colombia son altamente inestables y están marcadas por la informalidad. Estas trayectorias no solo están influenciadas por las condiciones del mercado laboral, sino también por el estatus migratorio y la falta de reconocimiento de sus competencias laborales. Además, la investigación revela que la discriminación y la explotación laboral son comunes, agravando la vulnerabilidad de esta población. En conclusión, la inserción laboral de los inmigrantes venezolanos en Colombia es un proceso multidimensional, influenciado tanto por factores individuales como estructurales. Así, la informalidad laboral es la principal forma de empleo para esta población, lo que perpetúa su situación de vulnerabilidad, por tanto, es esencial desarrollar políticas públicas que promuevan la inclusión laboral y protejan los derechos de los inmigrantes, mitigando los efectos negativos de la informalidad en su bienestar.
The article aims to analyze the conditions of entry and permanence in the informal labor market for Venezuelan immigrants in Colombia. It focuses on understanding how the labor trajectories of these immigrants are shaped by individual capabilities, support networks, and the structure of the Colombian labor market. To this end, a qualitative research approach was developed, involving semi-structured interviews with 47 Venezuelan immigrants, 53 % of whom are men and 47 % women; 74 % of the interviewees have regular immigration status, while 26 % are irregular, and the average age of the participants is 33 years. The analysis was conducted in two phases: reduction and categorization of the information, followed by content analysis. The results show that 90 % of Venezuelan immigrants work in the informal sector due to multiple factors, including the lack of recognition of qualifications, discrimination, and structural barriers within the Colombian labor market. Furthermore, immigrants typically find their first job through social and family networks, which play a crucial role in their labor integration; however, working conditions are precarious, with long working hours and low wages, negatively affecting their quality of life and economic stability. Consequently, the labor trajectories of Venezuelan immigrants in Colombia are highly unstable and marked by informality. These trajectories are influenced not only by labor market conditions but also by immigration status and the lack of recognition of their professional competencies. Moreover, the research reveals that discrimination and labor exploitation are common, further exacerbating the vulnerability of this population. In conclusion, the labor insertion of Venezuelan immigrants in Colombia is a multidimensional process, influenced by both individual and structural factors. As such, informal labor is the primary form of employment for this population, perpetuating their vulnerability. Therefore, it is essential to develop public policies that promote labor inclusion and protect the rights of immigrants, mitigating the negative effects of informality on their well-being.
O artigo tem como objetivo analisar as condições de entrada e permanência no mercado de trabalho informal dos imigrantes venezuelanos na Colômbia. Foca-se em compreender como as trajetórias laborais desses imigrantes são moldadas pelas capacidades individuais, pelas redes de apoio e pela estrutura do mercado de trabalho colombiano. Para isso, foi realizada uma pesquisa com enfoque qualitativo, utilizando entrevistas semiestruturadas com 47 imigrantes venezuelanos, dos quais 53 % são homens e 47 % são mulheres, sendo que 74 % dos entrevistados possuem status migratório regular, enquanto 26 % são irregulares, com idade média de 33 anos. A análise foi realizada em duas fases: redução e categorização das informações, seguida de uma análise de conteúdo. Os resultados mostram que 90 % dos imigrantes venezuelanos trabalham na informalidade devido a múltiplos fatores, incluindo a falta de reconhecimento de títulos, a discriminação e as barreiras estruturais do mercado de trabalho colombiano. Além disso, os imigrantes geralmente acessam o primeiro emprego por meio de redes sociais e familiares, que desempenham um papel crucial na sua inserção laboral; no entanto, as condições de trabalho são precárias, com longas jornadas e baixos salários, o que afeta negativamente sua qualidade de vida e estabilidade econômica. Portanto, as trajetórias laborais dos imigrantes venezuelanos na Colômbia são altamente instáveis e marcadas pela informalidade. Essas trajetórias são influenciadas não apenas pelas condições do mercado de trabalho, mas também pelo status migratório e pela falta de reconhecimento de suas competências laborais. Além disso, a pesquisa revela que a discriminação e a exploração laboral são comuns, agravando a vulnerabilidade dessa população. Em conclusão, a inserção laboral dos imigrantes venezuelanos na Colômbia é um processo multidimensional, influenciado tanto por fatores individuais quanto estruturais. Assim, o trabalho informal é a principal forma de emprego para essa população, perpetuando sua situação de vulnerabilidade. Portanto, é essencial desenvolver políticas públicas que promovam a inclusão laboral e protejam os direitos dos imigrantes, mitigando os efeitos negativos da informalidade em seu bem-estar.