Vigo, España
La incorporación de profesionales de la Educación Social en las escuelas ha coadyuvado al trabajo de los equipos docentes y de la dirección-orientación, facilitando la interacción con esta figura profesional en el contexto escolar. Sin embargo, esta cooperación suele definirse, en general, en términos problemáticos. El objetivo de este artículo es explorar cómo lograr una formulación eficaz de los equipos de trabajo mediante una distribución eficiente de las tareas. Con este propósito, se presentan los resultados de un estudio sobre dos formulaciones de equipos antitéticas y mayoritarias; uno integrado-igualitario y otro aditivo-jerarquizado. Se utilizó un enfoque metodológico mixto: cualitativo de tipo inductivo y cuantitativo de tipo ex pos facto y no experimental. La muestra estuvo compuesta por profesionales de la educación social, profesorado, orientadoras/directoras y alumnado, seleccionados mediante un muestreo opinático. Para la recolección de datos, se aplicaron entrevistas (n19) y cuestionarios (n159). Se analizaron las siguientes variables: tipo de cooperación establecida, identificación de los problemas de cooperación y sus causas, y factores de éxito en la distribución de tareas basados en los efectos. Los resultados apuntan a que el problema principal radica en la falta de objetivos compartidos y en no considerar los fines de socialización como convergentes con los de instrucción. El modelo integrado-igualitario permite transversalizar la perspectiva socioeducativa en el centro y apoyar las prácticas docentes. La falta de cooperación del profesorado, identificada también en investigaciones previas, coincide con las conclusiones de este estudio: la recomendación de un trabajo interdisciplinar entre ambas profesiones, en línea con nuestra propuesta de corresponsabilidad educativa.
The inclusion of Social Education professionals in schools has contributed to the work of teaching teams and school management, facilitating interaction with this professional role within the school context. However, this collaboration is generally defined in problematic terms. The aim of this article is to explore how to achieve an effective formulation of work teams through the efficient distribution of tasks. To this end, the results of a study on two predominant and opposing team models are presented: an integrated-egalitarian model and an additive-hierarchical model. A mixed methodological approach was employed: qualitative, inductive in nature, and quantitative, ex post facto and non-experimental. The sample included Social Education professionals, teachers, school counselors-principals, and students, selected through purposive sampling. Data collection was conducted using interviews (n19) and questionnaires (n159). The following variables were analyzed: the type of collaboration established, identification of collaboration problems and their causes, and success factors in task distribution based on outcomes. The results indicate that the main issue lies in the lack of shared objectives and in not considering socialization goals as convergent with instructional goals. The integrated-egalitarian model allows for the socio-educational perspective to be mainstreamed within the school and supports teaching practices. The lack of teacher collaboration, also identified in previous studies, aligns with the conclusions of this research: the recommendation for interdisciplinary work between both professions, consistent with our proposal for educational co-responsibility.
A inclusão de profissionais da Educação Social nas escolas tem contribuído para o trabalho das equipes docentes e da gestão escolar, facilitando a interação com essa figura profissional no contexto escolar. No entanto, essa colaboração geralmente é definida em termos problemáticos. O objetivo deste artigo é explorar como alcançar uma formulação eficaz de equipes de trabalho por meio da distribuição eficiente de tarefas. Para isso, são apresentados os resultados de um estudo sobre dois modelos predominantes e opostos de equipes: um modelo integrado-igualitário e outro aditivo-hierarquizado. Foi adotada uma abordagem metodológica mista: qualitativa, de natureza indutiva, e quantitativa, ex post facto e não experimental. A amostra incluiu profissionais da Educação Social, professores, orientadores/diretores escolares e alunos, selecionados por meio de uma amostragem opinativa. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas (n19) e questionários (n159). Foram analisadas as seguintes variáveis: o tipo de colaboração estabelecida, a identificação de problemas de colaboração e suas causas, e os fatores de sucesso na distribuição de tarefas com base nos resultados. Os resultados indicam que a principal questão está na falta de objetivos compartilhados e na não consideração dos objetivos de socialização como convergentes com os de instrução. O modelo integrado-igualitário permite transversalizar a perspectiva socioeducativa na escola e apoiar as práticas pedagógicas. A falta de colaboração dos professores, também identificada em estudos anteriores, coincide com as conclusões desta pesquisa: a recomendação do trabalho interdisciplinar entre as duas profissões, em consonância com nossa proposta de corresponsabilidade educativa.