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Guerra-Zamora, Paula
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Contreras-Contreras, Johana
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Uribe-Sepúlveda, Pilar
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Santiago, Chile
Santiago, Chile
Santiago, Chile
Valdivia, Chile
En la actualidad, a pesar de los impulsos por disminuir las brechas de género, desde la política pública y la sociedad civil, aún existen espacios donde las representaciones y expectativas sociales sobre roles y estereotipos limitan los cambios culturales. Tal es el caso de las instituciones de educación para la Primera Infancia, las cuales constituyen un espacio formativo altamente feminizado, cuyas perspectivas sobre la educación en género no han sido usualmente objeto de estudio ni de cuestionamiento. Este artículo de investigación tiene por objetivo comprender las representaciones sociales de género que expresan educadoras de párvulos chilenas, así como sus percepciones sobre el abordaje educativo de esta temática. Para ello se realizó una investigación cualitativa descriptiva/comprensiva basada en entrevistas semiestructuradas a seis educadoras. Los resultados muestran la existencia de cuatro representaciones de género de las educadoras, las cuales cuestionan los roles tradicionales y la inequidad de género, no obstante, sólo en un caso se critica el sistema sexo/género binario. Adicionalmente, se describen los modos en que las educadoras declaran abordar la perspectiva de género en sus prácticas docentes, incluyendo las estrategias usadas en el aula, la implementación del currículum y la relación con las familias. Finalmente, se discute en torno a los avances en el cuestionamiento de las inequidades de género y a los desafíos que prevalecen tanto en la práctica educativa como en las políticas públicas.
Currently, althought public policies foster the reduction of gender gaps, there are still social representations about roles and stereotypes that have limited cultural changes. One of these is early childhood education, a highly feminized educational level, where there is little evidence and questioning about the perspectives on gender issues. The purpose of this paper is to understand the representations of Chilean early childhood teachers regarding gender, as well as their perceptions about the gender educational approach. For this, descriptive/comprehensive qualitative research was carried out based on semi-structured interviews with six teachers. Results show four teachers’ gender representations, that question traditional roles and gender inequity but only one move away from a binary paradigm that transcend the dualistic conception of gender. Additionally, teachers address the gender perspective in their teaching practice, including strategies used in the classroom, the implementation of the curriculum and the relationship with the families. Finally, it is discussed the advances in questioning gender inequities and the challenges that prevail both in educational practice and in public policies.
Apesar dos impulsos de políticas públicas para diminuir as brechas de gênero, atualmente ainda existem espaços onde as representações e as expectativas sociais sobre os papéis e os estereótipos têm limitado as mudanças culturais. Um deles são as instituições de educação pré-escolar, espaço de formação altamente feminizado apresentam escassa evidência e questionamento sobre suas perspectivas em torno das temáticas de gênero. Este artigo tem como propósito compreendo as representações sociais de gênero que os educadores de infância chilenos têm, bem como suas percepções sobre a abordagem educacional dessa perspectiva. Para isso realizou-se uma investigação descritiva/compreensiva baseada em entrevistas semi-estruturadas com seis professoras. Os resultados mostram a existência de quatro representações de gênero dos educadores, que questionam os papéis tradicionais e a iniquidade de gênero, embora apenas em um caso seja questionado o sistema binário sexo/gênero.Além disso, são descritas as formas como as educadoras declaram abordar a perspectiva de gênero em suas práticas pedagógicas, incluindo as estratégias utilizadas em sala de aula, a implementação do currículo e a relação com as famílias. Por fim, discute os avanços no questionamento das iniquidades de gênero e os desafios que prevalecem tanto na prática educativa quanto nas políticas públicas.