Murcia, España
Logroño, España
Las nuevas generaciones presentan una gran facilidad para acceder a los lenguajes emergentes, digitales, necesitando adquirir un nivel de alfabetización mediática esencial para su adecuada integración sociocultural. El presente trabajo se centra en la elevada frecuencia y diversidad de expresiones violentas que se dan en los entornos digitales que acaban normalizándose entre los jóvenes; por ello, la importancia de recurrir a la formación virtual en otros lenguajes como mecanismos que permitan romper o frenar el mito de la violencia trivializada. Con esta finalidad se llevó a cabo un programa denominado: Convivencia e Inteligencia Emocional (CIE), cuyo objetivo general consiste en disminuir los niveles de acoso escolar en las aulas a través del trabajo activo del alumnado, en un programa virtual basado en las premisas de la inteligencia emocional (autoconcepto, habilidades sociales o empatía) para cambiar su forma de comunicarse. La metodología utilizada es cuasiexperimental con un enfoque pre- y postest. La obtención de los resultados se hace a través de cinco cuestionarios de autocumplimentación, de naturaleza cuantitativa; de su análisis se obtienen diferencias estadísticas en los niveles de acoso escolar una vez realizada la intervención. Las conclusiones ponen de relieve que las nuevas tecnologías pueden contribuir a la ruptura de la naturalización de la violencia y mejorar las formas de comunicarse entre los adolescentes.
New generations present a great ease to access emerging digital languages, necessitating the acquisition of a level of media literacy essential for their proper socio-cultural integration. This study focuses on the high frequency and diversity of violent expressions in digital environments, which become normalized among young people. Hence, the importance of resorting to virtual training in other languages as mechanisms to break or slow down the myth of trivialized violence. To this end, a program called Coexistence and Emotional Intelligence (CEI) was implemented. Its main objective is to reduce levels of school bullying in classrooms through the active engagement of students in a virtual program based on the principles of emotional intelligence (self-concept, social skills,empathy) to change their way of communicating. The methodology used is quasi-experimental with a pre-test and post-test approach. The results were obtained through five self-administered quantitative questionnaires, and the analysis of these results reveals statistical differences in the levels of school bullying after the intervention. The conclusions drawn from this research highlight that new technologies can help break the normalization of violence and improve ways of communication among adolescents.
As novas gerações apresentam uma grande facilidade para acessar as linguagens emergentes digitais, necessitando adquirir um nível de alfabetização mediática essencial para sua adequada integração sociocultural. Este estudo foca na alta frequência e diversidade de expressões violentas que ocorrem em ambientes digitais e acabam se normalizando entre os jovens. Portanto, é importante recorrer à formação virtual em outras linguagens como mecanismos que permitam romper ou frear o mito da violência trivializada. Com essa finalidade, foi implementado um programa denominado “Convivência e Inteligência Emocional” (CIE), cujo objetivo geral é diminuir os níveis de bullying escolar nas salas de aula através do trabalho ativo dos alunos em um programa virtual baseado nos princípios da inteligência emocional (autoconhecimento, habilidades sociais, empatia) para mudar sua forma de comunicação. A metodologia utilizada é quase experimental com uma abordagem de pré-teste e pós-teste. Os resultados foram obtidos através de cinco questionários de auto-preenchimento de natureza quantitativa, e a análise desses resultados revela diferenças estatísticas nos níveis de bullying escolar após a intervenção. As conclusões extraídas desta pesquisa destacam que as novas tecnologias podem contribuir para a ruptura da naturalização da violência e melhorar as formas de comunicação entre os adolescentes.