Juan Guillermo Mansilla Sepúlveda
La Revista Historia de la Educación Latinoamericana -RHELA- No 45, presenta en esta oportunidad, un valioso aporte sobre el debate que actualmente se está desarrollando en diversas Universidades de América Latina y el Caribe respecto a lo que significa enseñar y aprender en contexto de guerra. Han transcurrido exactamente 25 años del siglo XXI, y al igual que el primer cuarto del siglo XX el mundo ha conocido la devastación de la guerra entre naciones.
Los/as investigadores de América Latina y el Caribe no pueden permanecer ajenos a este escenario de dolor, violencia, muerte y ruptura de los valores más fundamentales de la vida humana. Pensar y escribir desde la paz, la convivencia pacífica, la aceptación genuina de la diferencia es un imperativo moral para quienes nos situamos desde el campo de la historia de la educación. Si bien es cierto, la guerra no es un accidente en la historia de la humanidad, sino una constante que nos acompaña desde que existe el ser humano, no podemos acostumbrarnos a la naturalización de esta realidad.
En este número se han priorizado trabajos sobre esta temática en que diversos investigadores e investigadoras se han aproximado desde diversos lugares de enunciación, con perspectivas epistemológicas y metodológicas que aportan al debate respecto a la importancia que tiene la educación en todos sus niveles formativos para sedimentar en niños y niñas, y jóvenes la semilla del buen vivir, del buen trato, del respeto a la diversidad.
The Journal of Latin American Education History (RHELA) No. 45 presents a valuable contribution to the debate currently taking place in various universities in Latin America and the Caribbean on what it means to teach and learn in the context of war. Exactly 25 years into the 21st century, and just as in the first quarter of the 20th century, the world has experienced the devastation of war between nations.
Researchers in Latin America and the Caribbean cannot remain oblivious to this scenario of pain, violence, death, and the breakdown of the most fundamental values of human life. Thinking and writing from a perspective of peace, peaceful coexistence, and genuine acceptance of difference is a moral imperative for those of us who work in the field of the history of education. While it is true that war is not an accident in the history of humanity, but rather a constant that has accompanied us since the existence of human beings, we cannot become accustomed to the normalization of this reality.
This issue prioritizes works on this topic, in which various researchers have approached it from different perspectives, with epistemological and methodological perspectives that contribute to the debate on the importance of education at all levels of training in instilling in children and young people the seeds of good living, good treatment, and respect for diversity.
A Revista História da Educação Latino-Americana (RHELA) n.º 45 apresenta, nesta ocasião, uma valiosa contribuição ao debate que está atualmente a ser desenvolvido em várias universidades da América Latina e das Caraíbas sobre o que significa ensinar e aprender num contexto de guerra. Passaram-se exatamente 25 anos do século XXI e, tal como no primeiro quarto do século XX, o mundo conheceu a devastação da guerra entre nações.
Os investigadores da América Latina e do Caribe não podem permanecer alheios a este cenário de dor, violência, morte e ruptura dos valores mais fundamentais da vida humana. Pensar e escrever a partir da paz, da coexistência pacífica e da aceitação genuína da diferença é um imperativo moral para aqueles que nos situamos no campo da história da educação. Embora seja verdade que a guerra não é um acidente na história da humanidade, mas uma constante que nos acompanha desde que o ser humano existe, não podemos nos acostumar com a naturalização dessa realidade.
Nesta edição, foram priorizados trabalhos sobre este tema, nos quais diversos investigadores abordaram a questão a partir de diferentes pontos de vista, com perspetivas epistemológicas e metodológicas que contribuem para o debate sobre a importância da educação em todos os seus níveis formativos para semear nas crianças e nos jovens a semente do bem viver, do bom tratamento e do respeito pela diversidade.