Objetivo: O artigo analisa estratégias pedagógicas que promovem competências socioemocionais na Educação Básica, com foco em metodologias ativas e práticas colaborativas. Com base em teorias da psicologia, neurociência e pedagogia crítica, discute-se a importância de habilidades como empatia, autorregulação e tomada de decisão para a cidadania ética e inclusiva.
Referencial Teórico: Duarte e Araújo (2022) destacam a origem e complexidade conceitual das competências socioemocionais, propondo uma abordagem crítica e contextualizada. Santos (2023) evidencia lacunas na pesquisa nacional e reforça a necessidade de formação docente e inclusão curricular explícita dessas competências. Alves e Oliveira (2022) defendem uma reestruturação curricular para integrar dimensões emocionais à formação acadêmica, inclusive na Educação Profissional. Heckman (2013) argumenta que essas competências são cruciais para o sucesso e a equidade social. Sorj e Noujaim (2020) ampliam a discussão ao propor a alfabetização midiática como prática integradora entre o mundo digital e emocional.
Método: Adota-se uma revisão narrativa qualitativa que analisa produções acadêmicas recentes, destacando autores centrais e experiências concretas em escolas.
Resultados e Discussão: A alfabetização midiática é tratada como resposta estratégica à desinformação e à crise democrática, com destaque para a formação docente, cultura escolar acolhedora e políticas públicas intersetoriais.
Implicações da Pesquisa: Ressalta-se a necessidade de reformar currículos, capacitar professores e adotar avaliações qualitativas, fortalecendo vínculos e o bem-estar estudantil.
Originalidade/Valor: O texto articula teoria e prática, oferecendo subsídios concretos para uma educação ética, inclusiva e transformadora. Destacam-se investigações sobre inteligência artificial, desinformação em comunidades tradicionais e efeitos emocionais do ecossistema digital.