El artículo describe y analiza la relación entre el periodismo político y el proceso político brasileño, de 1985 a 2022, enfocándose en las posiciones editoriales de la llamada «gran prensa» (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo y O Globo) en relación con los partidos y candidatos a lo largo de ocho elecciones presidenciales (1989 a 2022). También hace una retrospectiva de la relación política de los periódicos en contextos anteriores, como el período democrático de 1945-1964 y el período de la dictadura militar (1964-1985). La principal conclusión es que los periódicos analizados tienen una posición dominante en el sistema de medios y siempre han actuado como un actor político relevante, proponiendo, respaldando o criticando ideas, proyectos y acciones políticas y posicionándose en disputas electorales desde una línea editorial liberal-conservadora.
O artigo descreve e analisa a relação entre o jornalismo político e o processo político brasileiro de 1985 a 2022, com foco nas posições editoriais da chamada «grande imprensa» (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo) em relação a partidos e candidatos ao longo de oito eleições presidenciais (1989 a 2022). Fornece também uma retrospectiva da relação política dos jornais em contextos anteriores, como o período democrático de 1945-1964 e o período da ditadura militar (1964-1985). A principal conclusão é que os jornais analisados têm posição dominante no sistema midiático e sempre atuaram como ator político relevante, propondo, endossando ou criticando ideias, projetos e ações políticas e posicionando-se em disputas eleitorais a partir de uma linha editorial liberal-conservadora.