Este artigo investiga de que modo a metodologia de rotação por estações pode contribuir para diversificar as práticas de ensino e ampliar a interação dos estudantes em sala de aula. A pesquisa tem como foco a análise de experiências que adotam essa estratégia ativa de organização didática, considerando sua aplicação em diferentes níveis e áreas do ensino. Para isso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, com base em publicações nacionais e internacionais dos últimos dez anos, utilizando descritores combinados em bases científicas relevantes. O referencial teórico articula os fundamentos da aprendizagem ativa, da mediação pedagógica e da personalização do ensino. Os resultados apontam que a rotação por estações favorece a pluralidade de estratégias, estimula a autonomia discente e proporciona ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e responsivos. Também foram identificados desafios recorrentes, como a necessidade de planejamento detalhado, formação docente específica e infraestrutura adequada. Conclui-se que a proposta possui potencial relevante, desde que implementada com intencionalidade pedagógica e sensibilidade ao contexto escolar. Os achados contribuem para o campo educacional ao oferecer subsídios teóricos e práticos para a adoção consciente dessa metodologia em diferentes realidades.