Juçara Aguiar Guimarães Silva, Talita Neves Silva, Adilza Raquel Cavalcanti dos Santos, Tamires da Silva Brito, Carla Jéssica Santos Silva, Moane Carolina da Silva Dias, Kaimi Pereira Costa, Gerciana Henrique de Assis Zamprogno, Andreia dos Santos Machado Alcântara, Stanislau Carlos dos Santos
Este artigo propõe uma análise ampliada e crítica dos principais modelos de intervenção baseados na análise do comportamento aplicada (ABA) no contexto escolar, direcionados ao atendimento de estudantes com transtorno do espectro autista (TEA). A partir de uma revisão sistematizada da literatura, são discutidos sete modelos predominantes: treinamento por tentativas discretas (DTT), ensino incidental, treinamento de respostas pivotais (prt), suporte comportamental positivo (PBS), análise de tarefas, intervenção em grupo com apoio de aba e o ensino baseado em equipes colaborativas (EBEC). Abordam-se ainda os desafios institucionais, as exigências formativas dos profissionais envolvidos e a necessidade de articulação entre os setores da saúde, educação e família. A análise enfatiza a importância de práticas embasadas em evidências e adaptadas às realidades escolares brasileiras.