Camila Maria Bortot, Kellcia Rezende Souza
El objetivo es analizar las convergencias entre la agenda supranacional del Banco Mundial y el currículo de Educación Infantil en Brasil, basado en el Currículo Nacional Común para la Educación Infantil (BNCC-EI). Utilizando un enfoque cualitativo, se realizó una investigación bibliográfica y documental, siendo las principales fuentes los documentos del Banco Mundial y el BNCC-EI brasileño de 2017. Los resultados muestran el protagonismo de la agenda supranacional en relación con el Desarrollo Infantil Temprano (DIT), ajustado al mantenimiento económico neoliberal basado en la (re)producción de capital humano. Estas indicaciones están en línea con lo que el BNCC-EI propugna como Competencias Generales y Derechos de Aprendizaje, al prever un conjunto progresivo de resultados de aprendizaje basados en la secuenciación de contenidos/objetivos pragmáticos y homogeneizadores, como etapa de preparación para la escuela primaria. Además, destaca la labor de las fundaciones empresariales, destacando la Fundación Maria Cecília Souto Vidigal, que ha orientado «buenas prácticas» alineadas con la agenda supranacional a nivel nacional. Estas fundaciones promueven una política curricular basada en la teoría del capital humano, con una perspectiva productiva e instrumental de la primera infancia.
Objetiva-se analisar convergências entre a agenda supranacional do Banco Mundial e o currículo da Educação Infantil no Brasil, a partir da Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil (BNCC-EI). Por meio de abordagem qualitativa, conduziu-se uma pesquisa bibliográfica e documental, tendo como principais fontes os documentos do Banco Mundial e a BNCC-EI brasileira de 2017. Os resultados evidenciam o protagonismo da agenda supranacional no que se refere ao Desenvolvimento da Primeira Infância (DPI), ajustado à manutenção econômica neoliberal a partir da (re)produção de capital humano. Essas indicações se alinham ao que a BNCC-EI preconiza como Competências Gerais e Direitos de Aprendizagem, ao prever um progressivo conjunto de aprendizagens a partir da sequenciação de conteúdos/objetivos pragmáticos e homogeneizadores, como etapa de preparação para o Ensino Fundamental. Além disso, destaca-se a atuação de fundações empresariais, com ênfase na Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, que têm orientado “boas práticas” alinhadas à pauta supranacional no âmbito nacional. Essas fundações promovem uma política curricular fundamentada na teoria do capital humano, com uma perspectiva produtiva e instrumental sobre a primeira infância.