Brasil
Este estudio investiga la educación secundaria y la justicia curricular en tiempos de contrarreformas educativas alineadas con los ideales neoliberales en Brasil, destacando los imperativos de la lucha docente frente a las implicaciones políticas a niveles macro y micro. Centrándose en dos incidentes críticos, ubicados en el Instituto Federal de Ceará (IFCE) y en el Instituto Federal de Rio Grande do Sul (IFRS), la investigación utiliza la metodología de autoestudio y la técnica de análisis de incidentes críticos para examinar las intersecciones entre educación política y Educación Física en la red educativa federal. El enfoque cualitativo, basado en la epistemología de la praxis, involucró a ocho docentes de Educación Física en procesos reflexivos y dialógicos. Estos educadores compartieron experiencias (inter)subjetivas y (auto)críticas sobre la relación entre educación secundaria y justicia curricular, revelando una práctica pedagógica que desafía la racionalidad técnica predominante. El estudio destaca cómo los movimientos colaborativos promueven la vigilancia política activa, formando cuerpos conscientes comprometidos en la transformación de un sistema educativo a menudo opresivo. A través del intercambio de experiencias, docentes-investigadores desarrollaron estrategias para enfrentar las contradicciones del sistema educativo, construyendo una praxis transformadora que valora la diversidad y la justicia curricular. Esta articulación entre vida y quehacer docente emerge como un espacio de resistencia e innovación pedagógica, reafirmando la Educación Física como un campo crítico y socialmente comprometido.
This study investigates secondary education and curricular justice amidst counter-educational reforms aligned with neoliberal ideals in Brazil, highlighting the imperatives of teacher resistance against political implications at macro and micro levels. Focusing on two critical incidents situated at the Federal Institute of Ceará (IFCE) and the Federal Institute of Rio Grande do Sul (IFRS). The research employs self-study methodology and the critical incident analysis technique to examine intersections between educational policy and Physical Education within the federal education system. The qualitative approach, grounded in the epistemology of praxis, involved eight Physical Education teachers in reflexive and dialogical processes. These educators shared (inter)subjective and (self-)critical experiences regarding the relationship between secondary education and curricular justice, revealing a pedagogical practice that challenges the prevailing technical rationality. The study underscores how collaborative movements foster active political vigilance, shaping conscious and engaged bodies capable of transforming an often oppressive educational system. Through the exchange of experiences, the teacher-researchers developed strategies to navigate the contradictions of the educational system, building a transformative praxis that values diversity and curricular justice. This articulation between life and teaching work emerges as a space for resistance and pedagogical innovation, reaffirming Physical Education as a critical and socially committed field.
Este estudo investiga o ensino médio e a justiça curricular em tempos de contrarreformas educativas alinhadas a ideais neoliberais no Brasil, destacando os imperativos de luta docente frente às implicações políticas em níveis macro e micro. Com foco em dois incidentes críticos, situados no Instituto Federal do Ceará (IFCE) e no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), a pesquisa utiliza a metodologia de autoestudo e a técnica de análise de incidentes críticos para examinar as intersecções entre política educacional e Educação Física na rede federal de ensino. A abordagem qualitativa, fundamentada na epistemologia da práxis, envolveu oito professores(as) de Educação Física em processos reflexivos e dialógicos. Esses educadores compartilharam experiências (inter)subjetivas e (auto)críticas sobre a relação entre ensino médio e justiça curricular, revelando uma prática pedagógica que contesta a racionalidade técnica predominante. O estudo ressalta como os movimentos colaborativos promovem uma vigilância política ativa, formando corpos conscientes e engajados na transformação de um sistema educacional frequentemente opressor. Por meio de trocas de experiências, os professores(as)-pesquisadores(as) desenvolveram estratégias para lidar com contradições do sistema educacional, construindo uma práxis transformadora que valoriza a diversidade e a justiça curricular. Essa articulação entre vida e trabalho docente emerge como um espaço de resistência e inovação pedagógica, reafirmando a Educação Física como um campo crítico e socialmente comprometido.