Omar Huertas Díaz, Filiberto Eduardo R. Manrique Molina
El texto aborda la relevancia de las órdenes estructurales como una herramienta judicial vital para impulsar reformas en instituciones que violan derechos constitucionales, particularmente en contextos donde se afecta a grandes grupos de personas. Originadas en Estados Unidos con el fallo de Brown v. Board of Education, en 1954, estas sentencias han ganado aceptación global, adaptándose a contextos locales y desempeñando un rol activo en la protección de derechos humanos y la corrección de problemas estructurales y sistémicos. Así mismo, se han implementado en diversas áreas como mejoras carcelarias, eliminación de discriminación racial, y reformas en salud y bienestar, bajo supervisión judicial continua. Sin embargo, han generado controversia por percibirse como una intromisión excesiva del poder judicial en la administración pública, aunque siguen siendo cruciales para la promoción de la justicia social y la defensa de derechos constitucionales.
O texto discute a relevância das ordens estruturais como uma ferramenta judicial vital para pressionar por reformas em instituições que violam direitos constitucionais, especialmente em contextos em que grandes grupos de pessoas são afetados. Originadas nos Estados Unidos com a decisão Brown v. Board of Education em 1954, essas decisões ganharam aceitação global, adaptando-se aos contextos locais e desempenhando um papel ativo na proteção dos direitos humanos e na correção de problemas estruturais e sistêmicos. Elas também foram implementadas em diversas áreas, como melhoria das prisões, eliminação da discriminação racial e reformas de saúde e bem-estar, sob supervisão judicial contínua. Entretanto, geraram controvérsias por serem percebidas como uma invasão excessiva do Judiciário na administração pública, embora continuem sendo cruciais para a promoção da justiça social e a defesa dos direitos constitucionais.
The text discusses the importance of structural orders as a vital judicial tool for driving reforms in institutions that violate constitutional rights, particularly in contexts affecting large groups of people. Originating in the U.S. with the Brown v. Board of Education ruling in 1954, these judgments have gained global acceptance, adapting to local contexts and playing an active role in the protection of human rights and the correction of structural and systemic problems. They have been implemented in various areas such as prison improvements, elimination of racial discrimination, and health and welfare reforms, under continuous judicial oversight. However, they have generated controversy for being perceived as an excessive intrusion of judicial power into public administration, although they remain crucial for the promotion of social justice and the defense of constitutional rights.